terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Recomeço - Capítulo 15 - O Volturi voltou para nos contar os planos de Aro, e parece que não são nada bons

Fiquei olhando a lua como se fosse uma traidora, ela não tinah um par de olhos, mas eu sentia que a força que ela emanava na Terra, fazia com que eu me sentisse repugnante, um idiota de ficar olhando ela por um bom tempo. Estava frio, muito frio, frio era só uma apelido, não chegava a ser uma verdade, acho que a temperatura era de 10 graus, mas a sensação térmica era -1 grau de temperatura. Um bom e péssimo dia para caçada. Bom, por que não teríamos aquele calor intenso que sentimos quando mordemos alguem, péssimo, por que vai ser muito dificil encontrar alguma vitima. Bom, a escória com certeza seria muito fácil de achar, mendigos, prostitutas, drogados, entre outros. O sangue não era bom, o sabor de sangue misturado com drogas, deixava o sangue meio amargo. Mas se não queriamos problemas, fariamos alguns sacrificios.

Renesmee estava retráida num canto, como se estivesse com frio. Não estava prestando atenção nas dicas que eu dava. Eu falava, falava, mas minha atenção estava em Nessie, quietinha num canto. Alguém falou comigo, mas eu não prestei atenção, estava ocupado demais com meus olhos fixos em Nessie. Larguei tudo e fui até ela, menosprezando os outros que se retiravam calmamente.

- O que houve, Nessie, percebo que voce hoje não está com pique para caçar. - olhei para ela, lançando o meu melhor olhar de amizade, o meu olhar sedutor.

Ela coçou a cabeça, em sinal de dúvida. Fiquei sujeito a falar algumas coisas a ela.

- Não sei, algo me disse que está acontecendo, mas não sei o que é. - ela deixou que o braço que estava em sua cabeça, caísse. Eu recuei de levar um tapa enquanto a mão dela caia rapidamente. Fiquei esperando que ela falasse novamente, mas vi que nao tinha jeito, entao comecei a ditar as palavras calmamente.

- Nessie, nada vai acontecer hoje, já caçamos, e nada aconteceu, por que hoje seria diferente. - percebi que ela olhou para o ceu, para tentar captar a minha informação. - Se algo acontecer, estaremos preparados, somos nao sei quantos, estamos caçando todos juntos.

- Não é isso, você não está entendendo. - ela começou a soluçar calmamente, de tempo em tempo. Olhei para ela, petrificado.

- Nessie, vá junto com os outros, eu tenho uma coisa para resolver. - ela começou a me olhar, para tentar chamar minha atenção, mas meus olhos estavam voltados.

- O que houve, Conny? - ela começou a me chamar de Conny a alguns meses atrás, e eu gostava do apelido que ela me dera.

- Nada, Nessie, quero que voce fique com os outros. - empurrei ela na direçao dos outros, enquanto eu fitava a sombra que estava agaixada no chão. Renesmee pareceu não estar percebendo a sombra, por isso fiz com que ela se afastasse. Caminhei lentamente em direção aquela sombra misteriosa, olhei-a encarando e fiquei perplexo.

A sombra estava vestida com uma capa com capuz preta, estava agaixada, o cheiro do sangue estava espalhado no ar, mas concentrado em um lugar. No corpo morto, debaixo da sombra com o capuz.

Pus minhas mãos em seu ombros, e joguei aquele corpo pesado e frio como pedra, contra uma parede de tijolos, que se destruiu rapidamente. Um grito forte saiu de minha garganta, e percebi que o corpo que cheirava a sangue fresco, não estava morto, e que o grito que eu estava ouvindo, não saía de minha garganta, e sim daquele homem. Ele tinha sido atacado por um vampiro, só que cheguei na hora do vampiro matá-lo, isso acabou por fazer com que ele se transformasse.

Olhei para trás, o vampiro estava atrás de mim. Os cabelos eram curtos e lisos, brancos como a neve, caim nos ombros, estavam amarrotados. Ele era baixo, a pele pálida, os olhos vermelhos escarlate, o nariz fino e pontudo, a pele lisa como seda. A roupa era de um medieval, como se ele viesse de vários anos.

- Caius. - eu proferi seu nome entredentes, com muita raiva por eu tê-lo encontrado novamente. - Você aqui, estou te vendo novamente.

- Connolly, quanto tempo, desde que você gerou aquela algazarra em Volterra. Você está bem diferente, pegou mais musculo, está mais moreno, mais alto. Eu ainda me lembro você bem pequenininho, um bebezinho, que coisinha fofa, e eu, doido para sentir aquele sangue inocente descendo por minha garganta. - ele meio que ditou as palavras.

- A única coisa que voce vai sentir descendo pela sua garganta, vai ser minha mão em punho rasgando-na.

- Tão convencido, eu não acredito que Aro não lhe destruiu quando ainda tinha tempo.

- Aro não me destrui porque ele não é capaz.

- Aro é capaz de tudo, até de fazer um saqueamento em Volterra, destruí-la toda, o que ele fez...

- O quê? O que Aro fez com Volterra?

- Não está sabendo? Está saindo em todos os jornais.

Percebi que algo caiu da mão de Caius, olhei para baixo, para o chão. As folhas de um jornal, estavam espalhadas pelo chão. Ele se abaixou e pegou a folha principal. Ele me deu o jornal. Li.

A Queda de uma Comuna Italiana


Hoje, as tres da madrugada, Volterra, uma comuna italiana, sofreu um ataque terrorista. A cidade foi invadida por um grupo de pessoas, de uma quantidade elevada de pessoas, estas, queimaram casas da comuna, incendiaram tudo ao redor de Volterra, até a própria Volterra, toda, extinguida. A policia ja esta dentro da cidade, mas afirmaram que não encontraram nenhuma pessoa dentro da cidade, automaticamente, a cidade quando percebeu estar sendo atacada, consegui se evacuar para uma outra área. A Policia ainda não conseguiu nenhum vestígio que culpe o assassino, algo está acontecendo em Seattle, e percebe-se que não é bom para a Itália.

- O que Aro fez? - fiquei perplexo, e perguntei mais curiso ainda.

- Ele simplesmente fez o que deveria fazer a muito tempo. Agora eu sinto um orgulho de meu irmão. - ele me olhou com cara de nojo.

- E o que voce faz aquii? Caçando? Transformando? Os Volturi estão aqui? - ele negou com a cabeça.

- Eu consegui fugir de meu irmão, tivemos uma discussão, eu morri nessa discussão, mas Aro deixou que eu voltasse ao normal. E me remontei.

- Aro te matou, e voce sente orgulho por ele. Bom, voce acabou de provar que voce é maluco. - eu falei com ironia.

- Aro tem alguma coisa que me faz sentir orgulho por ele, mesmo ele tendo feito isso comigo. Aro é meu irmão. - ele disse, entredentes. Olhei para trás, o homem se contorcia todo no chão, gritando, mas não parecia um grito que chamasse a atenção.

- Cadê meu pai? - eu perguntei. - Cadê ele, Caius? - a furia  me envolveu, e vi que minhas mãos estavam no pescoço de Caius, ele lá em cima, as pernas balançando e batendo no meu joelho.

- Seu pai está com Aro, está trabalhando para ele. - fiquei aliviado, de saber que meu pai estava vivo, mas se Caius estivesse mentindo? Eu o mataria?

- E a família de Nessie? - ele olhou com uma certa desconfiança.

- Aro usou o poder de Gustavo, é um novo vampiro da guarda que tem o poder da hipnose, e enfeituçou todos os Cullen a trabalhar para ele. Hoje, os Cullen se alimentam de sangue humano, são fortes, e foram os principais responsaveis da destruição de Volterra. - ele riu, se gabando da destruição de Volterra. - Estou impressionado com sua preocupação pela familia de Nessie, afinal, eles não são nada seu.

- Eu só estou preocupado por Nessie, ela sofre pelos familiares.

- Cadê ela falando nisso?

- Está caçando com os outros. - deixei Caius no chão, e me aproximei do homem que estava a gritar. Me agachei, até consegui avistar a sua ferida no pescoço, a ferida que escorria sangue quentinho. Cravei meu dentes no formato oval da ferida, e começei a sugar o veneno, eu conseguia sentir o ácido queimando minha língua, como se minha boca estivesse pegando fogo.

Eu senti que o veneno tinah saído, por que agora eu só sentia o sangue adocicado e quente escorrer por minha boca. Eu estava tirando o veneno de Caius, e instalando, infectando, o meu veneno de Vampisomen, naquele corpo frágil, que agora se tornaria forte.

Olhei o corpo dele, estava relaxando. O nosso veneno, de vampisomen, não doia quanto ao dos vampiros. Seus pulmoes agora respiravam tao calmos, o coraçao estava parando aos poucos, ele estava se transformando em um vampisomem, ele iria ser levado a aldeia, e aprenderia com os mais jovens.

Denser, venha cá, estou num beco da cidade, o beco é entre dois prédios identicos. Vou precisar de sua ajuda e a dos outros, por favor, deixe alguem com Nessie, não tragá-na. Os vampisomens tinham telepatia, quando estavamos na forma de lobisomens, ou quando estavamos normais.

- Acho melhor voce ir embora. - me levantei indo até Caius, que assistia calado. Ele começou a correr contra o muro, e escalou-o com facilidade. Meia hora depois, Denser chegou com Lisses e Monk, eles carregaram o corpo do cara, e fomos para aldeia, Nessie tinha ficado com Katrina, elas ja´estavam na aldeia.

Enquanto avançavamos, meu pensamento estava focado nos planos de Aro.

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